17 de Nov de 2009
5 de Nov de 2009
Dica >> Visão - Especial Edição Verde
DICA >> Preparação Álcool em Gel
Álcool em Gel
Todos nós já ouvimos e lemos inúmeras informações sobre a gripe A.
Também sabemos que a protecção é o maior meio de combate ao vírus.
Como tal, e devido ao facto deste produto ter triplicado o seu preço, deixo aqui a receita para a elaboração de álcool em gel:
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Deixe arrefecer.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool em gel de 72° a 75° graus.
Vamos acabar com este negócio... e passarmos nós mesmo a fazer o desinfectante!!!
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Apoiado!!
Via
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Andreia Meireles
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Blog de Mim
http://andieshakti.blogspot.com/
27 de Out de 2009
DICA >> MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA
Caros companheiros
Quem quer vir marchar pela Paz e Não-Violência em Famalicão, no próximo Sábado?! Eu vou lá e levo companhia!
24 de Out de 2009
Iniciativa AluCycle da Nespresso
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Iniciativa AluCycle da Nespresso
Cada país tem uma legislação própria para processos de reciclagem. Até ao momento estabeleceram-se parcerias com a Suiça, Alemanha, França e Portugal. Estamos a desenvolver parcerias com outros mercados no sentido de até ao ano de 2013 triplicarmos a nossa capacidade e reciclar até 75% de cápsulas usadas.
As cápsulas da Nespresso são feitas de alumínio um material infinitamente reciclável. Através de um já existente processo de separação, o conteúdo das cápsulas servirá de fertilizante ou fonte de biomassa. O alumínio será simplesmente derretido, o que consome pouca energia, e transformado em novas cápsulas, processo que se pode repetir inúmeras vezes.
adaptado do site da Ecolaboration da Nespresso
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Uma óptima eco-notícia para quem usa cápsulas Nespresso.
Para quem, como eu, utiliza cápsulas Dolce-Gusto, que são de plástico, sugiro retirarem o conteúdo, que sendo café dá sempre para colocar nas plantas de casa e esperar que colocando o plástico no Ecoponto Amarelo ele seja reciclado...
16 de Out de 2009
Quercus: Receba um conselho ambiental gratuito por SMS todas as semanas.
Ainda não se inscreveu no SMS Ambiente? Aproveite este projecto desenvolvido pela Quercus com o apoio da Vodafone para receber no seu telemóvel um conselho ambiental por SMS todas as semanas, em oito áreas do quotidiano: Água, Ar, Construção Sustentável/Climatização, Conservação da Natureza e Biodiversidade, Consumo, Energia, Mobilidade e Resíduos. Aberto a todas as redes móveis. |
A adesão é gratuita sendo apenas submeter o seu número de telemóvel na página http://smsambiente.quercus.pt, na qual será possível cancelar o serviço a qualquer momento se assim o desejar. Participe!" |
9 de Out de 2009
Resolvi, finalmente, fazer-me sócia da Quercus
Foi desta. Ao ler a entrevista que se segue (adaptada) resolvi, finalmente, fazer-me sócia da Quercus.
--Grande Entrevista: Susana Fonseca
"Na raiz, o consumo exagerado é o mau da fita"
Não, Susana Fonseca, a nova presidente da Quercus, não preconiza o regresso às cavernas. Mas mais não significa melhor e talvez as casas, carros, electrodomésticos e telemóveis que temos sejam já suficientes.- Quando e em que circunstâncias começou a sua militância ecológica?
- Foi há muito tempo, quando não havia ecopontos, só o vidrão. Na Escola Secundária do Fogueteiro, que eu frequentava, iniciou-se um projecto de recolha selectiva de papel. Havia um caixote à porta da sala dos professores onde se podia colocar o que trazíamos de casa. Os professores, a certa altura, acharam que era muita confusão e resolveram acabar com aquilo. E eu fiquei com um problema nas mãos: tinha papel que sabia agora que podia ser aproveitado mas não tinha onde colocá-lo. Foi aí que tudo começou, apercebi-me de que havia muita coisa que desperdiçávamos e que podia ser aproveitada.
- E depois, na universidade?
- No ISCTE havia o grupo Ambiente, ao qual me associei. Os resíduos continuaram a ser uma grande preocupação. Eu morava no Seixal, em Lisboa já havia ecopontos de embalagens, mas na Margem Sul não. Trazia as minhas embalagens no autocarro e no barco. Tinha uma preocupação grande com o desperdício.
- Como foi o encontro com a Quercus?
- Na universidade enveredei pela área da Sociologia do Ambiente. O meu primeiro trabalho em termos profissionais foi sobre as Organizações Não Governamentais de Ambiente. Contactei várias, inclusive a Quercus, e tentei perceber como é que podia envolver-me mais. Não era sócia nem os meus pais eram activistas em qualquer área. Na altura estava em desenvolvimento o Centro de Informação sobre Resíduos e comecei a colaborar. Depois fui convidada para a direcção, mais tarde assumi a vice-presidência e em Março calhou-me a 'sorte' de ser presidente – não é um cargo desejado, as pessoas são normalmente empurradas e todos têm de cumprir a sua sina [risos].
- Em 2010 a Quercus faz 25 anos. Quais foram, neste percurso, os pontos fortes e as fragilidades da associação?
- Um dos pontos fortes é a capacidade de abranger várias áreas. Começámos como uma associação mais virada para a conservação da natureza, mas desde o início absorvemos pessoas com formações muito diferentes – engenheiros do ambiente, biólogos... – o que permitiu também desenvolver estratégias diferentes de trabalhar os temas. Outro ponto forte foi assumirmos o objectivo de comunicar e usarmos os meios de comunicação para amplificar a nossa mensagem.
- E as fragilidades?
- Não temos conseguido agarrar o público mais jovem, estamos todos a ficar um bocadinho velhotes [risos]. Por outro lado, mesmo com cerca de 20 profissionais, a base da estrutura da Quercus é voluntária e temos, por vezes, dificuldade até em garantir aquelas funções mais básicas de uma organização – ao nível da gestão. Não temos buracos, temos as contas auditadas, porque vamos conseguindo encontrar alguns parceiros que nos têm ajudado. Outra fragilidade é o financiamento para as nossas actividades.
- Quantos sócios tem a Quercus?
- Mais de 15 mil registados mas a pagar quotas são, nos melhores anos, quatro mil. Em Portugal as pessoas exigem muito mas, em geral, sabem dar muito pouco. São capazes de nos telefonar ou enviar um e-mail e, se não respondemos no prazo de uma semana, indignam-se mas não são sócios, nem pensam sê-lo, nem imaginam como isso pode ser importante para o nosso trabalho. Também é incapacidade nossa de comunicar essa necessidade de apoio dos sócios.
- De onde vêm, então, os apoios?
- Não há financiamento do Governo português. Existem fundos, aos quais nos candidatamos, que vêm da Noruega e há programas comunitários, aos quais também nos candidatamos. O que fazemos é procurar parceiros em entidades privadas. Tem sido positivo porque nos permite ter portas de entrada – se há problemas, deixa de ser preciso passar logo para o comunicado. Outras vezes não é assim. Mas felizmente há a percepção, principalmente em empresas maiores, que cada um tem o seu papel e que em determinados momentos podemos colaborar e noutros estamos de candeias às avessas, como agora com a EDP [construção de barragens].
- Qual é, neste momento, o principal problema ambiental no País?
- O mau da fita é o consumo exagerado. Somos consumidores, transformamos o que a natureza e as outras espécies nos dão. Não podemos evitar o impacto mas podemos tentar reduzi-lo ao máximo e isso não tem acontecido mesmo em áreas quase insuspeitas. Quando pensamos, por exemplo, em eficiência energética, os televisores hoje são mais eficientes do que o que os meus pais tinham, mas temos uma televisão maior que se calhar gasta o dobro do que gastava a dos meus pais, que era muito pequenina.
- Mas fazer com que as pessoas reduzam o consumo não será fácil...
- Porque as pessoas assumem que é um direito terem aquilo que querem – o carro, a casa cada vez maior e cada vez mais difícil de aquecer, mais coisas, roupas, televisões, computadores... Era importante começar a trabalhar o conceito da suficiência. Não é a questão de voltar às cavernas. É ter a noção de que só podemos consumir assim porque boa parte da população permanece na mais absoluta pobreza.
'ASSOCIAÇÕES SÃO ATÉ MUITO MODERADAS'
- A Quercus actua produzindo pareceres e em acções de protesto mais musculadas. Qual é a sua linha?
- Tudo é importante. Em certas situações, se o diálogo já decorre há algum tempo e as entidades não estão despertas, o alerta público pode ser muito importante, na linha da Greenpeace, que não usa a violência.
- Qual é a sua opinião sobre acções como a do movimento que destruiu um campo de milho transgénico?
- Não é a nossa linha de actuação. Mas as pessoas têm uma noção errada acerca do movimento ambientalista global. Quando nos classificam como radicais é porque não sabem o que é o movimento ambientalista radical. As associações de ambiente em Portugal são extremamente moderadas até nas posições que assumem. Demonstram capacidade de integrar a realidade.
'NÃO OLHAR APENAS PARA O UMBIGO'
- O conceito de suficiência não é um tanto indesejável numa sociedade capitalista?
- Um bocadinho... [risos]. Nas sociedades capitalistas a tendência é sempre para imaginar que o crescimento é ilimitado: as empresas têm expectativa de que terão mais lucro do que no ano anterior, as pessoas esperam que o seu ordenado seja maior do que no ano anterior... A suficiência veio chamar a atenção para o facto de que esse crescimento ilimitado que nós ambicionamos nem sempre proporciona a qualidade de vida de que gostaríamos. E este conceito é também a linha de actuação que nos permitirá manter o planeta. O desenvolvimento sustentável assenta em três factores: ambiental, social e económico, mas de facto se nós não tivermos recursos naturais - ar, água, solo - não temos economia nem sociedade. O factor ambiental, que é dos mais descurados, é a base da nossa subsistência. Não é racional desrespeitarmos os limites da nossa base de subsistência. O conceito da suficiência tem a ver com a procura pessoal de qualidade de vida mas também com os limites do nosso planeta.
- O que é que significa para si ser a primeira mulher, em quase 25 anos, a presidir à direcção nacional da Quercus?
- Nunca tive o objectivo de ser presidente da Quercus. Poucas das pessoas que foram presidentes da Quercus tiveram, algum dia, esse objectivo. É interessante ser a primeira em qualquer coisa, mas não se trata de mudar o paradigma e, na Quercus, a questão do género não é importante. De resto, não sou a primeira mulher no movimento associativo ambiental.
PERFIL
Susana Fonseca tem 35 anos e está a fazer o doutoramento em Sociologia do Ambiente no ISCTE. É a primeira mulher a assumir a presidência da Quercus, a mais importante associação de defesa do ambiente em Portugal, à beira dos 25 anos. 'É interessante ser a primeira em qualquer coisa mas não é um marco', considera.
Isabel Ramo - Correio da Manhã8 de Out de 2009
Um blog de bicicletas que adoro.
Na esperança de um dia também poder andar de bicicleta para todo o lado, deixo aqui um blog que adoro espreitar.
O que pode ser mais ecológico do que conseguirmos fazer a nossa vida do dia-a-dia e sem precisarmos de um veículo poluente?!
7 de Out de 2009
"O ambiente está na Moda"
Ao tentar fazer uma melhor escolha na compra de vestuário que cumpra objectivos de respeitar o meio-ambiente, encontrei este artigo, já do ano passado, que me elucidou um pouco.
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artigo completo in Time Out
Seja por uma questão de moda, seja por convicção pura, as preocupações ambientais estão cada vez mais na ordem do dia. Conscientes desta realidade, e da crescente emergência de um público "verde", as marcas de roupa e acessórios começam a orientar as suas apostas nesse sentido, numa relação que acaba por ser vantajosa para todos: as marcas vendem, os clientes agradecem, o ambiente sofre (um bocadinho) menos.
A Pepe Jeans, por exemplo tem um linha de jeans ecológicos, totalmente produzidos em algodão orgânico, sem recurso a químicos ou pesticidas, e com um processo de lavagem orgânico e 95 por cento eco-amigo (que inclui, entre outras coisas, areia do mar).
Já a Nike lançou a colecção Considered, de roupa e calçado. Cada peça foi desenhada de modo a tornar o processo de fabrico mais rentável em termos de economia de energia: usa menos materiais (cinco no caso dos ténis, em oposição aos cerca de 25 habituais), na sua maioria recicláveis e provenientes de fornecedores próximos da fábrica (para poupar combustível), e tem menos desperdícios. "É uma evolução natural. Quem aprecia os desportos ao ar livre tem uma afinidade e um relacionamento particularmente próximos com o ambiente natural, pelo que está particularmente inclinado para considerar o seu impacto sobre o mesmo", explica a Nike.
Quem também não escapou à onda ambiental foi a H&M, com a colecção Organic Cotton & Recycle, composta por peças de algodão orgânico certificado pela Control Union e proveniente de países como a Turquia, Índia ou China.
"O interesse pelo algodão orgânico está a aumentar e a H&M pretende continuar a oferecer peças de moda feitas nesse material a um preço acessível. Este Outono demos um passo à frente e introduzimos algumas peças de outros materiais reciclados, como é o caso da lã e do poliéster", explica Inês Fontoura, relações públicas da marca. Desde 2003, a H&M é membro do Organic Exchange, uma organização internacional que promove o crescimento do algodão orgânico, e da Better Cotton Initiative, criada pela WWF.
Rip Curl, Undercolors of Benetton ou Timberland são outras das marcas atentas ao ambiente. A Rip Curl desenvolveu a linha Rip Curl Planet, com t-shirts, calções e mochilas produzidos com algodão orgânico, linho e plástico reciclado; a Benetton criou a colecção We Love to B Green, também em algodão orgânico (pijamas, meias e sacos); e a Timberland tem vindo a introduzir nas suas peças a etiqueta Green Index, que distingue o impacto de cada produto em três categorias: clima (índice de emissões de carbono produzidas pelo produto), químicos (quantidade de substâncias usadas na produção) e material (uso de materiais orgânicos, renováveis e recicláveis). A classificação de cada produto é feita de zero a dez, sendo zero a pontuação mais amiga do ambiente.
Para além das marcas que recorrem a produtos naturais, há outras que, literalmente, andam atrás de lixo com utilidade. É o caso da portuguesa Tela Bags e também da marca de sapatos URoads. As malas da Tela Bags são feitas a partir de telas de PVC desactualizadas (de cartazes de publicidade ou eventos culturais), o que evita que vão parar ao seu destino habitual – o aterro. A URoads, por sua vez, dá um novo uso aos pneus velhos, aproveitando-os para fazer solas de sapatos.
3 de Out de 2009
David Mares - Finalista mais votado no concurso do Guggenheim
"Estar entre os dez finalistas dos 600 que concorreram é já para mim uma honra", disse o arquitecto à Lusa.
David Mares, 26 anos, construiu um abrigo cujo material preponderante é cortiça, mas que assenta numa estrutura de perfis de aço e integra ripas de madeira "para dar uma dinâmica diferente além dos blocos de cortiça", disse.
O abrigo encontra-se instalado em Vale de Barris (Palmela), uma zona próxima de onde reside.
"Foi o trabalho de uma semana de férias, concorri apenas por desportivismo, não estava à espera de ser um dos finalistas", disse à Lusa o arquitecto.
A proposta era a construção de um abrigo de nove metros quadrados para um estudante.
"Eu procurei responder a esse desafio criando um ambiente em que pudesse relaxar e também estudar, que tivesse isolamento térmico e acústico, e lembrei-me da cortiça, que é um material nosso", disse o arquitecto, inscrito desde Janeiro na respectiva ordem profissional.
David Mares afirmou que este modelo "tem um infinidade de possibilidades futuras, como contentores para obras, quiosques para jardins, etc.".
A votação on-line em - http://www.guggenheim.org/new-york/education/sackler-center/design-it-shelter/vote -for-shelters- termina a 10 de Outubro, sendo conhecido o vencedor dia 21, também quando será conhecido o arquitecto escolhido por um júri de especilistas.
(ES)
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via HardMusic








